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Aneurisma: sintomas que você não deve ignorar

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Já imaginou que seu sistema circulatório funciona como um encanamento, levando sangue para todas as partes do corpo? Agora, pense se um desses “canos” começa a enfraquecer e se expandir sem que você perceba. Pois bem, isso é um aneurisma. Um problema silencioso, mas perigoso, que cresce sem causar sintomas e, quando finalmente dá sinais, muitas vezes já é tarde, resultando em consequências graves.

Por esse motivo, estar atento aos sinais de alerta faz toda a diferença. Além disso, segundo o Ministério da Saúde, reconhecer os sintomas precocemente evita complicações e permite buscar ajuda médica a tempo. Afinal, em situações como essa, um diagnóstico rápido separa um susto de uma emergência.

Sintomas de um aneurisma cerebral

O aneurisma cerebral muitas vezes se esconde por anos, sem causar qualquer desconforto. Mas quando começa a dar sinais, é importante agir rápido. Os sintomas incluem:

  • Dor de cabeça súbita e intensa – muitas pessoas descrevem como a pior dor que já sentiram
  • Visão embaçada ou dupla
  • Dor no pescoço ou rigidez
  • Náuseas e vômitos inesperados
  • Sensibilidade à luz
  • Dificuldade para falar ou confusão mental
  • Convulsões.

Se você ou alguém próximo apresentar esses sintomas, não hesite em buscar atendimento médico. De acordo com a Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, um aneurisma rompido exige socorro imediato, pois cada minuto conta para evitar complicações sérias.

Aneurisma: sintomas que você não deve ignorar

Sintomas de um aneurisma da aorta

O aneurisma também pode afetar a aorta, a principal artéria do corpo. Quando isso acontece, os sintomas variam conforme a região afetada. No caso do aneurisma da aorta abdominal, é comum sentir:

  • Dor intensa e persistente na região abdominal ou lombar
  • Sensação de pulsação estranha na barriga
  • Desconforto prolongado na região do estômago

Já no aneurisma da aorta torácica, os sinais podem incluir:

  • Dor no peito que irradia para as costas
  • Falta de ar e tosse constante
  • Rouquidão sem motivo aparente.

Se houver rompimento, a dor costuma ser insuportável e vem acompanhada de tontura e perda súbita de consciência. Nessa situação, é fundamental buscar atendimento de urgência.

Quais são os fatores de risco?

Embora qualquer pessoa possa desenvolver um aneurisma, alguns fatores aumentam essa probabilidade, como:

  • Pressão alta sem controle adequado
  • Colesterol elevado
  • Tabagismo e consumo excessivo de álcool
  • Histórico familiar
  • Uso de substâncias que afetam os vasos sanguíneos.
  • Como reduzir o risco de um aneurisma

A parte positiva é que certas mudanças no estilo de vida, quando adotadas com regularidade, fortalecem os vasos sanguíneos e reduzem os riscos de complicações. Além disso, pequenos hábitos no dia a dia fazem toda a diferença para a saúde circulatória e ajudam a manter a integridade das artérias, prevenindo problemas silenciosos como o aneurisma.

De acordo com especialistas da Sociedade Brasileira de Neurocirurgia, algumas atitudes são fundamentais para essa proteção, veja a seguir:

  • Monitorar a pressão arterial – manter a pressão sob controle evita sobrecarga nos vasos.
  • Adotar uma alimentação equilibrada – incluir frutas, verduras e gorduras saudáveis no dia a dia protege a saúde vascular.
  • Praticar atividades físicas regularmente – exercícios como caminhadas ajudam a manter o sistema circulatório forte.
  • Evitar cigarro e bebidas alcoólicas em excesso – esses hábitos enfraquecem os vasos e favorecem a formação de aneurismas.
  • Fazer exames periódicos – check-ups regulares detectam problemas antes que se tornem uma ameaça.

O aneurisma é um problema sério. No entanto, identificar os sinais a tempo e agir rápido faz toda a diferença. Afinal, o corpo sempre emite alertas – o segredo está em reconhecê-los. Por isso, quando algo parece fora do normal, buscar ajuda médica sem demora evita complicações.

Além disso, estar atento aos sintomas e tomar decisões rápidas protege sua saúde e reduz os riscos. Nesse sentido, informação e cuidado são aliados essenciais para prevenir consequências graves.

Fontes: Ministério da Saúde; Sociedade Brasileira de Neurocirurgia

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