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O juiz declara quem terá a guarda do menino, mas todos ficam paralisados quando o menino solta uma palavra.

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Mandi e Tyler Palmer sempre quiseram ter filhos juntos, desde o momento em que se encontraram, mas o futuro guardava algo diferente para o casal.

Aos 15 anos, Mandi foi diagnosticada com a doença de Crohn, e teve que se submeter a dezenas de cirurgias para administrar sua condição de saúde.

Aos 32 anos, ela ainda luta contra o problema de saúde, e tem que se submeter a cirurgias ocasionais.

Tyler, um veterano de guerra, foi diagnosticado com TEPT (transtorno do estresse pós-traumático) depois de servir dois anos no Afeganistão, e vem se submetendo a terapia há anos para lidar com isso.

Os dois se apaixonaram anos atrás, e passaram anos apoiando um ao outro durante os tempos difíceis. O casal finalmente se mudou para Ohio, EUA, depois de se casar, na esperança de constituir uma família.

No entanto, a condição de Mandi tornou impossível que ela engravidasse.

“Tentamos durante anos engravidar, mas logo percebemos que isso não iria acontecer, nem seria seguro para meu corpo sustentar o milagre da gravidez devido à minha doença. Ficamos com o coração partido e rapidamente nos vimos buscando outras maneiras de fazer crescer nossa família e nos tornarmos pais”, disse Mandi.

O juiz declara quem terá a guarda do menino, mas todos ficam paralisados quando o menino solta uma palavra.

Ela também relatou a jornada e as experiências deles juntos, sustentando que não eram do tipo que desistiam facilmente.

“Por causa das lutas pela saúde que precisamos travar, não éramos o tipo de pessoas que simplesmente ‘joga a toalha’ e deixavam que nossos sonhos de nos tornar pais fossem destruídos”, disse ela, acrescentando que eles decidiram se tornar pais adotivos em vez disso.

Tornar-se pais adotivos era uma forma de eles decidirem se a adoção era para eles, e acabou sendo o milagre que esperavam.

Eles conheceram Hunter quando ele tinha apenas oito dias de vida e se apaixonaram por ele.

“Chegamos ao centro de adoção e lá estava Hunter, todo enrolado em um cobertor na recepção, e ele estava com a assistente social. Na ocasião, o menino tinha 8 dias de vida e era absolutamente perfeito. Nós nos apaixonamos por ele instantaneamente”, disse Mandi.

“Ficou óbvio que Hunter era mais do que apenas nosso primeiro bebê. Ele era o ‘remédio para nossos males’ e aí tínhamos as razões agora para travar as batalhas por nossa saúde. Ele realmente se tornou o ‘porquê’ de nossa existência”.

O casal pôde assinar os papéis da adoção alguns meses depois, e quaisquer dúvidas que tinham sobre o processo desapareceram durante sua ida ao tribunal, quando Hunter, de 16 meses, bateu palmas e gritou alegremente: “Pai!” depois que o juiz leu seu sobrenome.

Todo o tribunal foi tomado de surpresa, mas para a família Palmer, unindo-os como uma família oficial.

“Aprendemos que há um arco-íris no final de cada tempestade e estamos tão gratos por termos mantido a luta”, afirmou Mandi.

“Ele é nosso mundo e nossa razão de continuar lutando. Meu marido disse que não há melhor medicação do que saber que seu filho usa seu sobrenome”.

“Aprendemos que a família não é só sobre DNA. É sobre o amor”, Acrescentou Mandi.