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8 alimentos que prejudicam o cérebro

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Embora os alimentos sejam frequentemente identificados apenas como uma fonte de energia para sustentar o corpo, há evidências crescentes de sua capacidade de fornecer elementos essenciais para proteger a função mental.

De fato, o que comemos pode influenciar os processos cerebrais por diferentes mecanismos: regulagem dos neurotransmissores, modulação das transmissões sinápticas, mudança da fluidez da membrana celular e das vias de transmissão do sinal nervoso. Conheça 8 alimentos que prejudicam o cérebro:

Frituras

Especialistas dizem que os alimentos fritos não devem fazer parte da dieta diária, pois além de serem produtos com alto teor de gordura, fazem com que o colesterol afete as artérias.

A longo prazo, os alimentos fritos destroem os neurônios e prejudicam a capacidade de aprender e memorizar.

Álcool

O álcool é conhecido como um alimento que não fornece nutrientes, mas calorias extras para o corpo. Os danos do consumo excessivo de álcool são bem conhecidos, mas pesquisas indicaram danos cerebrais, pois estes causam alterações na área pré-frontal do cérebro, uma região que controla funções executivas tais como planejamento e desenho de estratégias, memória de trabalho, atenção seletiva ou controle comportamental.

Junk food (comida não saudável)

Pesquisas têm mostrado que o consumo prolongado de junk food afeta o cérebro e causa mudanças químicas nele, com sintomas semelhantes à retração, e até mesmo causando ansiedade e depressão.

Estes alimentos, segundo os especialistas, têm um efeito na área de reforço e, portanto, na produção de dopamina, que é o neurotransmissor que está ativamente envolvido na capacidade de aprendizagem, motivação e memória.

Alimentos ricos em sal

Alimentos salgados podem levar à hipertensão. De acordo com algumas pesquisas, o sal afeta a inteligência e prejudica a capacidade de pensar.

Peixes contaminados com mercúrio

Embora as gorduras do peixe oleoso tenham demonstrado beneficiar a saúde do cérebro, devemos ter cuidado com o consumo das espécies que apresentam um risco maior de altas concentrações de mercúrio.

O mercúrio é tóxico para o sistema nervoso central e pode danificar o cérebro. Se consumidos em excesso durante a gravidez ou a infância, os efeitos podem ser muito graves.

Bebidas açucaradas

Sabemos que o excesso de açúcar não faz nenhum bem ao nosso organismo: promove a obesidade e suas doenças associadas, tais como doenças cardiovasculares e diabetes tipo 2.

A síndrome metabólica, caracterizada por excesso de gordura na barriga e altos níveis de triglicerídeos, colesterol HDL, pressão arterial e açúcar no sangue tem sido ligada a um risco aumentado de demência e até mesmo do mal de Alzheimer.

Embora associemos automaticamente bebidas açucaradas a refrigerantes, existem outros líquidos que podem ser classificados neste grupo. As bebidas esportivas são um bom exemplo, mas também os sucos de frutas artificiais.

Gorduras saturadas

O consumo de alimentos ricos em gorduras saturadas aumentou nas últimas décadas, levando a um aumento nos casos de obesidade e problemas associados a esta condição.

Entretanto, uma pesquisa concluiu que as dietas ricas em gorduras saturadas não são apenas um problema para a saúde física, mas também causam distúrbios alimentares, doenças metabólicas e cardiovasculares e um risco para o desenvolvimento cognitivo, especialmente relacionado à memória.

Alimentos processados

Contêm altos níveis de açúcar, frutose, sódio, óleos hidrogenados e, portanto, estes alimentos podem prejudicar a saúde do cérebro.

Na verdade, alimentos processados afetam o sistema nervoso central e aumentam o risco de desenvolver um distúrbio neurodegenerativo, como o mal de Alzheimer.