A grande importância dos avós na infância dos nossos filhos

Os avós desempenham um papel fundamental nos cuidados com os netos quando os pais trabalham fora. Para nós é um alívio saber que eles estão com pessoas que os amam e vão cuidar deles, mesmo que eles permitam mais mimos do que nós.

De acordo com vários estudos, as crianças criadas perto dos seus avós são mais felizes e se sentem mais seguras. Para nossos filhos é um ambiente afetivo muito positivo, porque eles recebem um amor incondicional que eles não terão com qualquer outra figura em seu ambiente.

Com os avós aprendem a escutar histórias, passar por um tempo que não viveram e descobrem a sabedoria que traz experiência. Os avós favorecem a unidade e transmitem os valores familiares. Relações entre gerações aumentam a paciência e a flexibilidade nas crianças. Adaptando-se ao ritmo de seus avós, eles aprendem a colocar em prática a empatia, entendendo que eles não podem sempre fazer o que querem.

Passar tempo com os avós é uma grande oportunidade para as crianças diminuírem o ritmo de uma sociedade moderna cada vez mais agitada. Aproveitado os pequenos prazeres da vida: livros, jogos e passeios tranquilos sem horários.

Um dos grandes problemas dos idosos deste século é a solidão. Para os nossos pais é também uma grande oportunidade para descobrir e conhecer os seus netos, para se sentirem acompanhados e tornarem-se emocionalmente ricos por estar em contato com eles.

Na relação entre avós e netos é importante que haja afeto e limites. A segunda coisa é entender quais são suas necessidades específicas e limitações, e ajudá-los, fazendo com que nossos filhos os respeitem.

Devemos perguntar-lhes se podem dar uma mão e entender que se eles não puderem, não é porque eles não querem, mas porque naquele momento não têm condições. Precisamos lembrar aos nossos filhos das decisões dos seus avós e que eles têm limites físicos e psicológicos.

Muitas pessoas idosas não têm força ou energia para cuidar das tarefas de casa. Nossos filhos têm que se adaptar a essa realidade. Temos que deixar claro para as crianças que há limites na convivência com eles. É essencial compreender o papel de cada um nessa situação.